O que parece mau comportamento, preguiça, isolamento ou tristeza pode ser uma condição neurológica com nome, causa e tratamento.

Existe uma causa real por trás do comportamento do seu filho. Com uma avaliação completa você finalmente entende o que realmente está acontecendo e recebe um plano concreto para seguir.

Atendimento presencial em Barretos e on-line para todo Brasil

Atendimento exclusivamente particular

Você se reconhece nessa situação?

Você está exausta. E ainda se sente culpada por estar exausta.

A escola ligou novamente. Você nem precisou ouvir o motivo. Já sabia exatamente qual era o assunto.

Você foi em pediatra, psicólogo e talvez até outro especialista. Melhorou um pouco, mas o problema ainda continua.

Em casa, o marido acha que é falta de limite. Você sente que não é isso, mas não consegue provar o contrário.

Você tenta punição, recompensa, conversa com calma, ignora, grita. Nada funciona de forma realmente consistente.

Você se pega pesquisando no celular depois que os filhos dormem, tentando entender o que está acontecendo.

Você tem medo de o tempo passar e o seu filho continuar sem receber o suporte que ele realmente precisa.

Você não está exagerando.

Você não está inventando problema onde não tem. O comportamento que você está vendo tem uma causa real. E quando a causa é identificada corretamente, tudo o que você tentou até aqui começa a fazer sentido — inclusive por que não funcionou.

Se o seu filho apresenta alguns desses sinais, você está no lugar certo.

TDAH — Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade

Uma condição do funcionamento do cérebro que afeta a atenção, o controle do impulso e a organização. Crianças com TDAH podem ser muito inteligentes e ter grande dificuldade de traduzir isso em desempenho escolar.

Sinais que a mãe reconhece no dia a dia:

TEA — Transtorno do Espectro Autista

Uma condição do neurodesenvolvimento que afeta a forma como a criança se comunica, socializa e processa o mundo ao redor. O espectro é amplo: há crianças com TEA que falam bem e têm alto desempenho escolar, e outras com atrasos mais acentuados. Cada criança é diferente.

Sinais que a mãe reconhece no dia a dia:

TOD — Transtorno Desafiador Opositor

Uma condição neurológica que muita gente confunde com mau comportamento ou falta de criação. A criança com TOD desafia ativamente as regras, irrita com frequência as pessoas ao redor e reage de forma desproporcional a situações simples.

Sinais que a mãe reconhece no dia a dia:

Ansiedade

Criança ansiosa não é sempre a que fica quieta num canto. Pode ser a que chora antes de ir à escola, que tem dor de barriga frequente sem causa física, que não consegue dormir com a luz apagada. A ansiedade na infância tem tratamento — e quanto antes é reconhecida, melhor.

Sinais que a mãe reconhece no dia a dia:

Depressão

Crianças e adolescentes também podem ter depressão — e raramente ela aparece como tristeza evidente. Muitas vezes se mostra como irritabilidade, cansaço e perda de interesse em coisas que antes gostava.

Sinais que a mãe reconhece no dia a dia:

Muitas crianças têm mais de uma dessas condições ao mesmo tempo. É exatamente por isso que a avaliação considera o espectro completo — para que nenhuma parte do quadro fique sem nome e sem tratamento.

Conheça a Dra.

Bianca Ceneviva Médica

Médica | Saúde Mental de Crianças e Adolescentes

Há mais de 10 anos, acompanho crianças e adolescentes que chegam até mim depois de anos tentando entender o que está acontecendo. Mães esgotadas, que já passaram por vários profissionais, que já tentaram de tudo — e ainda carregam a sensação de que falta uma resposta que explique o que realmente está acontecendo com o filho.

Minha atuação é focada em TDAH, TEA, TOD, ansiedade, depressão e transtornos de aprendizagem na infância e adolescência. Condições que, na maioria dos casos, aparecem juntas e precisam ser avaliadas em conjunto para que o tratamento faça sentido de verdade.

O que orienta cada consulta que faço é uma convicção simples: criança compreendida inteira responde melhor ao tratamento. Família orientada corretamente para de se sentir culpada pelo que não entende.

“Agora ela tá conseguindo ficar sentada. A escola elogiou. Ela tá conseguindo acompanhar.” Parece pouco para quem está de fora. Para quem viveu o antes, é tudo.

É por isso que faço o que faço.

Atendo presencialmente em Barretos/SP e on-line para todo o Brasil. As avaliações são realizadas a partir dos 2 anos de idade — porque quanto mais cedo a criança é compreendida, maior o impacto no seu desenvolvimento.

Perguntas Frequentes

A consulta é particular. Muitos planos oferecem reembolso para consultas com especialistas: verifique as condições do seu contrato. O recibo médico emitido pode ser usado para solicitar o reembolso diretamente ao plano. Se quiser entender como funciona antes de decidir, entre em contato pelo WhatsApp sem compromisso.

Depende do que o diagnóstico anterior cobre. Se o filho foi avaliado apenas para TDAH e o comportamento desafiador continua sem explicação, é provável que TOD ou TEA não tenham sido investigados. Se o diagnóstico é de TEA mas o TDAH associado não foi considerado, o tratamento pode estar respondendo só por parte do quadro. O histórico é analisado com cuidado: a avaliação complementa o que está em aberto, não refaz o que já está resolvido.

Pode. Dificuldades persistentes de leitura, escrita, cálculo ou atenção em sala de aula podem indicar condições como dislexia, discalculia ou TDAH — e muitas vezes essas condições aparecem juntas com outras, como ansiedade ou TOD. A avaliação considera o quadro completo da criança, sem limitar a investigação a um único diagnóstico. Se a escola está sinalizando dificuldades e você sente que falta uma explicação real, esse é o momento de investigar.

A Dra. Bianca atende crianças a partir de 2 anos e adolescentes de qualquer idade. A intervenção precoce tem impacto direto e comprovado no desenvolvimento: cada mês conta.

A ansiedade infantil raramente se parece com o que imaginamos. Muitas vezes ela aparece como dor de barriga frequente, choro antes da escola, dificuldade para dormir ou travamento diante de qualquer novidade. Quando esse padrão se repete e começa a limitar a vida da criança, tem uma causa real — e tem tratamento. Uma avaliação é o primeiro passo para entender se o que você está vendo é ansiedade e como ajudar.

Depressão na adolescência quase nunca aparece como tristeza evidente. Ela se mostra como irritabilidade, isolamento, perda de interesse no que antes gostava e cansaço sem explicação. Muitas famílias demoram a reconhecer porque esperam ver o filho chorando — e ele está só apagado. Quanto antes identificada, mais rápida e eficaz é a resposta ao tratamento.